Tererê: o acessório que sobrevive ao fim das férias

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O Carnaval e as viagens de verão deixam marcas, e em 2026, a marca registrada nos cabelos é o tererê. O que antes era apenas uma lembrança de beira de praia agora se consolidou como um acessório de estilo que muitas jovens desejam manter mesmo com a volta às aulas. Essa estética, que une o artesanal ao moderno, é ideal para quem busca um visual autêntico sem recorrer a transformações químicas radicais.
No entanto, manter essa mecha envolta em fios de lã, linha ou miçangas exige uma rotina de cuidados específica. O tererê não é eterno e, sem a manutenção correta, pode comprometer a saúde capilar.
Higiene e manutenção: O guia de sobrevivência pós-férias



Muitas pessoas cometem o erro em não lavar as mechas com o acessório. É possível lavar o cabelo normalmente, mas o tererê requer atenção redobrada, use um shampoo suave na raiz e deixe a espuma higienizar o comprimento da mecha delicadamente.
Dica importante é nunca dormir com o tererê úmido. Como ele é feito de materiais que retêm água, como linha ou lã, a umidade acumulada pode causar mau cheiro ou até a proliferação de fungos. Dessa forma, após o banho, utilize o secador em temperatura média diretamente sobre o acessório até garantir que o interior esteja totalmente seco.
Quando é hora de remover o acessório?

Por mais que o visual seja incrível, o tererê tem um prazo de validade para garantir a integridade dos fios. O recomendado é que ele permaneça no cabelo por um período médio de 2 a 5 semanas. Ultrapassar esse tempo aumenta consideravelmente o risco de a mecha ficar quebradiça ou acumular resíduos difíceis de retirar.
Na hora da remoção, utilize um bom creme de pentear ou óleo capilar para ajudar a desembaraçar os fios que ficaram presos. Produtos com ação antiquebra, ricos em óleos naturais, são essenciais para devolver a vitalidade e a força à mecha após o período de uso.

