Por que o ‘feito à mão’ é o novo símbolo de status na moda brasileira

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Se você abriu o Instagram ou o TikTok nos últimos meses, certamente foi impactada por uma explosão de texturas e cores vibrantes. O crochê, que antes ocupava um nicho estritamente artesanal ou sazonal, rompeu as barreiras do beachwear para se tornar o novo código de autenticidade no closet contemporâneo. Em 2026, a técnica não é apenas uma tendência; é um manifesto de conexão emocional e exclusividade.
A estética do “feito à mão” em números
Não é apenas impressão: o desejo pelo manual é real. Dados do Google Trends mostram que o interesse por “crochê” atingiu seu ápice nos últimos cinco anos. Em um mundo hiperconectado e saturado pela produção em massa, o entrelaçar das linhas surge como um respiro. É o luxo do tempo desacelerado materializado em peças que transitam, com fluidez absoluta, do asfalto urbano ao resortwear mais sofisticado.



Deep: o olhar de quem reinventa o clássico
Atenta a esse movimento, a Deep tem se destacado ao traduzir essa linguagem artesanal para o lifestyle da mulher moderna. A marca não enxerga o crochê como um elemento estático, mas como uma ferramenta criativa viva que se renova a cada coleção.
“Existe uma beleza magnética no crochê porque ele carrega tempo e intenção. Hoje, ele surge com shapes inovadores e aplicações que passam longe do óbvio. É uma técnica que conversa com o agora”, pontua Ana Paula Aguiar, fundadora e diretora criativa da Deep.
Entre o artesanal e a engenharia de moda
O desafio de elevar o crochê ao status de high fashion reside no equilíbrio entre a essência manual e o rigor industrial. Para a Deep, a tendência caminha lado a lado com a responsabilidade produtiva e a durabilidade.
Alice Silva, diretora industrial da marca, reforça que a sofisticação está nos detalhes: “O segredo está em viabilizar essa estética artesanal com precisão. Escolher a matéria-prima certa e o ponto perfeito é o que garante que a peça seja, ao mesmo tempo, um item de design e um investimento durável.”

